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terça-feira, 5 de março de 2013

...E O VERÃO ESTÁ INDO EMBORA

 
Ponte Hercílio Luz ( foto: elaine borges)

O fog londrino tomou conta de parte de Florianópolis hoje. Chuvas, às vezes intensas, com temperaturas entre 21º e 18º ,  indicam que o verão está indo embora. As temperaturas ainda vão subir neste final de semana, mas a tendência, segundo a previsao, é de que aquele calorão maluco diminua (ufa!). Pela manhã, da minha janela, vi a ponte Hercílio Luz sob um céu nublado, encobrindo totalmente o morro que a cerca. O volume das chuvas exigiu maior atenção da Defesa Civil e também complicou muito o trânsito na cidade. O que não é nenhuma novidade. O trânsito continua cada vez mais caótica cá na bela Ilha.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O SOL - FINALMENTE -VOLTOU

Posted by Picasafoto: elaine borges

O final da tarde de hoje foi assim cá em Florianópolis: belíssimo! As chuvas - parece- estão indo embora. Há ainda muita gente desabrigada no Vale do Itajaí. As intensas chuvas causaram enormes prejuízos. Há inúmeras famílias desabrigadas, mas - felizmente - são poucas as vítimas fatais (duas até o momento). Agora é rezar para que os bons ventos soprem em Santa Catarina.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

CHUVA: ALERTA MÁXIMO EM SC

foto: elaine borges
De novo vários municípios de Santa Catarina estão em situação de emergência devido às fortes chuvas que atingem o Estado. Em Florianópolis, em duas horas choveu 25 % do que deveria chover em todo mês de janeiro. Já há registros de queda de uma casa no bairro de Córrego Grande, da morte de um menino de oito anos, em Ribeirão da Ilha, que caiu em uma cachoeira, de alagamentos em várias ruas, e de ameaças de deslizamentos nas áreas consideradas de risco. Um dos trechos ameaçados de deslizamentos é o Morro dos Cavalos, na BR-101, em Palhoça. Segundo a Defesa Civil - que está em alerta máximo - 23 de um total de 33 municípios das regiões norte, Vale do itajaí e sul, já decretaram situação de emergência.

terça-feira, 27 de abril de 2010

DE NOVO, CHUVA PREJUDICA POPULAÇÃO DE SANTA CATARINA


Lagoa da Conceição e Beira Mar Norte (fotos: elaine borges)

Após intensas chuvas registradas em Santa Catarina nos últimos seis dias, a previsão da meteorologia é de que a partir de hoje o tempo comece a melhorar. Até ontem à noite, um total de 14 municípios - Anchieta, Bela Vista do Toldo, Caçador, Concórdia, Dona Emma, Lebon Régis, Matos Costa, Nova Itaberaba, Penha, Presidente Castelo Branco, Rio das Antas, Rio do Campo, Timbó Grande e Xavantina - continuavam em situação de emergência. Segundo informações da Defesa Civil, oito rodovias estaduais estão com problemas nas pistas. Na BR-280, alguns trechos estão interditados por queda de barreiras. O nível do rio Itajaí Açu em Blumenau também já estava baixando (8,36 metros às 22 horas). Em Florianópolis, uma enorme pedra deslizou de uma encosta, no bairro Saco Grande, e atingiu parte de um Centro Espírita, obrigando uma família de sete pessoas que morava ao lado a deixar sua residência por orientação da Defesa Civil. Nesse período de intensa chuva, 4.669 pessoas ficaram desalojados, 527, desabrigados, atingindo 1.193 residências. Segundo cálculos das autoridades estaduais, a previsão é de que serão necessários R$ 8 milhões para socorrer às populações atingidas pelas chuvas. O governador Leonel Pavan (PSDB) vai solicitar repasse imediato desse total ao Ministério da Integração Nacional. Pavan disse ao Diário que "como houve muitas intempéries seguidas, os gastos da Defesa Civil retiraram praticamente todo o nosso fundo". No entanto, desde as enxurradas de novembro de 2008, inúmeras famílias ainda continuam desabrigadas à espera das casas prometidas.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

CHUVA? MELHOR FICAR EM CASA

fotos: elaine borges

Da janela, observei o dia. Lá, ao alcance dos meus olhos, a ponte Hercílio Luz . A chuva surgia, ia embora... Segundo os meteorologistas, o tempo instável com chuva intensa, em especial na região oeste, onde a situação já é crítica em várias localidades, vai continuar. A Defesa Civil está em alerta. Em dias como estes, conseguir táxi em Florianópolis é quase impossível. Ficar em casa foi a melhor opção. E foi o que fizemos, a Baby e eu, que adora enroscar-se em algum canto da casa.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

TANTAS LÁGRIMAS

foto: elaine borges

Difícil conter as lágrimas diante de tantas tragédias: mãe chorando a perda do filho; um homem solitário, desesperado, vendo um monte de lixo cobrindo os corpos de toda a sua família; lágrimas escorrendo nas faces de um homem; duas mulheres implorando para que os bombeiros fossem lá, no alto daquele monte de entulho, tentar resgatar os corpos da família; uma menina apontando o lugar onde antes ficava sua casa...Todos sofrendo, todos moradores de um morro cujas casas foram construídas sobre o que antes era um lixão. Construções permitidas pela prefeitura de Niterói, no Rio de Janeiro. Prefeitura que há quinze anos é governada pelo PDT, cujo atual prefeito tenta justificar o injustificável: permitir e até incentivar que famílias inteiras lá, sobre uma bomba-relógio, construíssem seus lares, creches, bares, igrejas. "Se eu pudesse evitar isso, com certeza teria evitado", disse o prefeito. Reação tardia. Hoje os mortos já passam de 200.

As equipes de resgate fazem um trabalho insano, tentando encontrar corpos debaixo de uma montanha de entulho. As informações dizem que serão necessários inúmeros caminhões para tentar retirar os corpos do Morro do Bumba - esse o nome do local da tragédia. Os que se salvaram, saíram com a roupa do corpo, sem nada mais. Saíram com vida, mas o que os espera pela frente? As autoridades locais darão o devido apoio a essa gente? Eles terão de novo lares dignos? As crianças terão escolas? Ou serão instaladas em locais impróprios, longe de tudo e de todos?

A tragédia no Rio já se repetiu em outras cidades. Nosso país têm inúmeras áreas de risco ocupadas por brasileiros pobres que não têm outra opção a não ser construir suas casas nessas regiões. Florianópolis está nesta lista: há moradores nos nossos morros correndo risco de, com a ocorrência de enxurradas, verem suas casas desmoronarem. Os morros foram ocupados sem planos de prevenção, sem estudo do solo, sem planejamento. A catástrofe de 2008, em Santa Catarina, pode se repetir. E até hoje ainda há famílias esperando novas casas. Em Florianópolis hoje se discute um novo Plano Diretor para a cidade. Essa é a oportunidade ímpar que temos de elaborar um plano respeitando a opinião dos moradores, sem privilegiar grupos econômicos que apenas visam lucro imediato. As tragédias de hoje não podem ter como culpados apenas os fenômenos naturais.

Que nossos olhos um dia derramem lágrimas de alegria por vivermos em cidades bem planejadas e não sujeitas a tanta tragédia como a que vemos no Rio.

terça-feira, 9 de março de 2010

CICLONE, VENTOS, RESSACA...


Ponte Hercílio Luz - (fotos: elaine borges )

No final da tarde, o céu ficou encoberto em Florianópolis e, em seguida, veio a chuva, com fortes ventos. Cerca de meia hora depois, o tempo melhorou. Nos últimos dias têm sido assim: muita chuva, ventos, trovoadas, mar revolto... Segundo os meteorologistas, um ciclone extra-tropical está sobre o Oceano Atlântico, entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e ondas acima de três metros fustigam as praias da Grande Florianópolis. Por isso, a Defesa Civil alerta: devido a ressaca, os pescadores não devem sair para o alto mar até quinta-feira.

Como se vê, o tempo e suas variáveis passou a ser assunto na mídia. Há pequenos tremores de terra no nordeste do país, chuvas intensas no Rio, ciclone no sul, terremoto no Chile, tornado nos Estados Unidos... E as consequências de tanta mudança climática são quase sempre lamentáveis: pessoas soterradas devido aos deslizamentos dos morros, enchentes, cidades semi-destruídas... Alguém já disse que, no futuro não muito distante, a mídia em geral vai ter que criar editorias especializadas em abordar assuntos ligados ao tempo, envolvendo aí questões ligadas à ecologia, urbanismo (ocupação desordenada do solo), agricultura... Se antes falávamos sobre o tempo apenas para puxar assunto, hoje fala-se com um misto de preocupação: mudanças climáticas às vezes significam ocorrência de enchentes, nevascas, vendavais, ou seja, quedas de pontes, de casas, estradas interditadas, e, o pior, quase sempre com vítimas fatais.