Alguem disse uma vez que entre os pequenos felinos, os gatos são uma obra de arte. Vendo minha amiguinha de quatro patas tenho que concordar. Ela está quase sempre pronta, disponível, como a espera para ouvir o "clic" e, voilá, lá está ela, reproduzida na pequena tela da minha câmera. Quando a observo, vejo um pequeno bibelô cheio de pêlos, ali, ao meu lado, dormindo, olhando ao longe ( o que? não sei, há mistérios nesse olhar). Silenciosa, às vezes mostra a barriga, contrai as patinhas e volta a dormir. Assim ela passa os dias, quietinha. Dona do seu espaço, sabe que aqui ela reina. E só chama, miando alto, quando quer bater um papinho com os duas patas (nós, humanos). Nesses momentos, após chamar, volta a miar bem baixinho, como se estivesse entabulando uma conversa. Assim são os gatinhos, essas pequenas obras primas ambulantes.
Nome em homenagem aos antigos moradores da Lagoa da Conceição que costumavam pegar muito siri nos seus balaios.Em especial a Lina Alexandrina, velha dama digna, rendeira, benzedeira, personagem rara de um lugar hoje totalmente transformado.E também porque, como os siris, aqui, um assunto puxa outro, passando por cinema,literatura,politica, assuntinhos leves, coisas da vida...
domingo, 3 de junho de 2012
BABY EM TRÊS MOMENTOS
Alguem disse uma vez que entre os pequenos felinos, os gatos são uma obra de arte. Vendo minha amiguinha de quatro patas tenho que concordar. Ela está quase sempre pronta, disponível, como a espera para ouvir o "clic" e, voilá, lá está ela, reproduzida na pequena tela da minha câmera. Quando a observo, vejo um pequeno bibelô cheio de pêlos, ali, ao meu lado, dormindo, olhando ao longe ( o que? não sei, há mistérios nesse olhar). Silenciosa, às vezes mostra a barriga, contrai as patinhas e volta a dormir. Assim ela passa os dias, quietinha. Dona do seu espaço, sabe que aqui ela reina. E só chama, miando alto, quando quer bater um papinho com os duas patas (nós, humanos). Nesses momentos, após chamar, volta a miar bem baixinho, como se estivesse entabulando uma conversa. Assim são os gatinhos, essas pequenas obras primas ambulantes.
domingo, 22 de maio de 2011
O RONCO DA BABY
O ron-ron dos gatinhos
Adriana Calcanhotto
Composição : Adriana Calcanhotto/Ferreira Gullar
O gato é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.
Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.
É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso ele faz ron-ron
para mostrar gratidão.
No passado se dizia
que esse ron-ron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.
Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ron-ron em seu peito
não é doença - é carinho.
(*) Além do ron ron, minha amiguinha de quatro patas também ronca. Quando ela dorme, do seu peito sai um som muito parecido com o nosso ronco, aquele que, dependendo do volume, chega a tirar nosso sono. Por enquanto, o ronco da Baby ( que, devido ao frio, decidiu dormir comigo - digo "decidiu"porque gato se impõe, toma conta, faz o que quer e a nós, humanos, só resta obedecer) ainda não me perturbou. Ambas estamos curtindo esse friozinho gostoso do outono.
sábado, 25 de dezembro de 2010
UM DIA ESPECIAL
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
A BABY DORMINDO SENTADA
domingo, 12 de setembro de 2010
MEDITANDO
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
OS "AMIGOS" CANDIDATOS
...E continua a operação “esconde o José Serra, não toca no nome dele, foge, é fria”. Tive a impressão ontem, ao ouvir sua fala no horário político, que até mesmo ele está sem fôlego.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
BABY - A DONA DO PEDAÇO
O gato é uma maquininha
Mas um motor diferente